O nome da casa carrega duas famílias: Baioni e Shiga. Uma vinda de outra origem, a outra de tradição japonesa, encontradas em Mauá, no ABC paulista, onde a comunidade nipo-brasileira sempre teve casa.
Carlos Shiga atende aqui e também mantém contato com clientes na província de Mie, no Japão. É a mesma casa, esticada por um oceano: quem aprendeu a confiar na acupuntura, na leitura da íris e nos chás fitoterápicos continua encontrando esse cuidado, perto ou longe.
As terapias orientais oferecidas aqui não substituem consulta médica, exame ou tratamento. São um cuidado complementar: um espaço para ouvir o corpo, ajustar hábitos e aliviar tensão, ao lado do que a medicina já está cuidando.
Cada sessão começa devagar, como pede uma tradição que não corre. Você senta, respira, e alguém escuta antes de tocar.