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Centro de Mauá · nota 4,7 no Google

Sua mãe não vai passar o dia esperando o dia acabar

Casa de repouso no Centro de Mauá, com cuidado 24 horas e rotina de verdade: oficina de leque de papel, tarde de violão, mesa de colorir e bolo de aniversário com bandeirola.

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R. Vito Pedro Dell'Antônia, 125 · Centro, Mauá · SP

A casa

Casa de repouso costuma ser vendida pelo que tem: quarto, refeição, enfermagem. A gente prefere ser julgada pelo que acontece. Numa terça qualquer tem quatro senhoras dobrando leque de papel na mesa de toalha de morango, tem violão na sala e tem uma cadeira puxada pro sol da tarde no quintal. Sua mãe não vai morar num serviço. Ela vai morar com gente.


Quem cuida

A cuidadora responsável fica na casa e a equipe se reveza em turnos nas 24 horas, madrugada incluída. Todo dia alguém sabe como sua mãe dormiu, o que ela comeu e se ela sentou na mesa da oficina.

O que a casa faz todo dia

Não é pacote de serviços. É a rotina de uma casa: gente acordada de madrugada, remédio na hora, oficina depois do café e visita quando você puder vir.

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Moradia com cuidado 24 horas

Alguém acordado enquanto a casa dorme

O turno da madrugada não é plantão de emergência, é presença. Se sua mãe acordar às três da manhã querendo água, ela chama e alguém vem. De dia é o mesmo: banho, roupa limpa, cobertor ajeitado quando o vento vira. É o cuidado que ninguém fotografa e é ele que segura o resto.

Ver como funciona a moradia
Cuidadora ajeitando o cobertor de uma senhora sentada na poltrona ao lado da janela
Oficina de artesanato

A mesa de morango é o centro da casa

Leque de papel colorido, dobradura, folha de colorir, lápis de cor e cola. A oficina não existe para ocupar o tempo: é a hora em que a mão trabalha, a conversa acontece e a mesa fica cheia. Quem chegou calada em janeiro está ensinando a dobra para a vizinha de quarto em março.

Saber os dias da oficina
Senhoras dobrando leques de papel colorido em mesa com toalha de morango
Tarde de música

Violão, letra na mão e todo mundo cantando fora do tom

Uma tarde por semana tem música na sala. Vem o violão, vem a folha com a letra e vem gente que jurava não lembrar mais. Lembra. Música é o que a memória larga por último, e é por isso que ela tem dia marcado aqui.

Perguntar sobre a tarde de música
Rapaz tocando violão enquanto três senhoras cantam com a folha de letra na mão
Fisioterapia e movimento

Atravessar o corredor é o exercício que importa

Trabalho de movimento com apoio: levantar da cadeira, andar com o andador até o fim do corredor, usar o que ainda funciona para continuar funcionando. Perder a marcha é o que tira a autonomia primeiro, então a marcha é o que a casa trata primeiro.

Falar sobre fisioterapia
Cuidadora apoiando o cotovelo de um senhor que caminha com andador pelo corredor
Medicação e sinais vitais

Remédio na hora, todo dia, sem depender da memória de ninguém

Caixinha organizada por dia da semana, horário conferido, pressão aferida e anotada. Se alguma coisa sai do padrão dela, a família fica sabendo no mesmo dia, não na próxima visita.

Falar sobre medicação
Cuidadora conferindo caixinha de comprimidos por dia da semana com aparelho de pressão sobre a mesa
Visita da família

Você vem quando dá, e vem para o quintal

Visita aqui não é hora marcada em sala fria. É sentar no quintal no sol da tarde, tomar café e ficar. Se você mora longe, a casa manda notícia da semana: a foto da oficina, o vídeo do violão, o pedaço do bolo de aniversário.

Combinar uma visita
Filha adulta de mãos dadas com a mãe idosa no quintal, cadeira de rodas ao lado

Ninguém quer morar num lugar. As pessoas querem morar com gente.

É por isso que a cadeira ao lado da janela não fica vazia por muito tempo.

Quando a casa entra na conta

Seis situações que trazem uma família até aqui. Se alguma delas é a sua, a conversa já começou.

Retrato de Cleide Ramos
"Cheguei no dia da mudança chorando, com a mala da minha mãe na mão e a certeza de que estava abandonando ela. Hoje é ela que corta a nossa ligação: diz que precisa desligar porque a oficina vai começar e ela não quer chegar atrasada."

Cleide Ramos

Filha da dona Alzira, 87 anos · Centro, Mauá

As perguntas que toda família faz

O que os filhos querem saber antes de marcar a primeira visita.

Visita

Posso conhecer antes de decidir?

Pode, e é o que a gente recomenda. Venha num dia comum, de preferência na hora do almoço, e fique o tempo que quiser. Você vai ver a casa funcionando, não uma apresentação preparada para você.

Endereço

Onde fica a casa

R. Vito Pedro Dell'Antônia, 125 · Centro, Mauá · SP, 09310-070. Fica no Centro, com comércio e ponto de ônibus a pé, o que facilita a visita de quem vem de fora.

Rotina

Como é um dia aqui?

Café da manhã, atividade da manhã, almoço na mesa grande, descanso, atividade da tarde e jantar. Uma vez por semana tem música na sala. Todo aniversário tem bolo e bandeirola, sem exceção.

Mudança

O que trazer no dia da mudança

Roupa do dia a dia, itens de higiene, os remédios de uso contínuo com a receita e os documentos. E principalmente as coisas dela: o retrato da parede, o cobertor preferido, o rádio. O quarto tem que parecer dela desde a primeira noite.

Venha almoçar com a gente

Mande uma mensagem no WhatsApp contando quem é a pessoa e o que está acontecendo agora. A gente marca um dia comum para você conhecer a casa por dentro.

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