Dr. Antonio Fang Médico Dermatologista
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O que a sua pele mostra tem nome, tem exame e tem conduta.

Dermatologia clínica de adultos, presencial no Centro de Mauá, SP. Cada condição abaixo é avaliada individualmente: não existe protocolo que sirva para toda pele, porque não existe pele igual à outra.

Detalhe de mãos enluvadas segurando um dermatoscópio sobre uma bandeja com gaze e algodão
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Dermatologia clínica de adultos

A consulta que não termina na queixa que trouxe você. Manchas, coceiras, alterações de textura e qualquer sinal na pele entram na avaliação, com a pele inteira sendo observada, não só o ponto que incomoda.

Grande parte do que chega ao consultório não tem um nome óbvio de saída. Uma mancha que apareceu, uma coceira que não passa, uma textura que mudou sem explicação: cada uma dessas queixas pede história clínica, exame físico da pele inteira e, quando necessário, dermatoscopia. O objetivo da consulta clínica é simples de descrever e trabalhoso de fazer bem: entender o que está acontecendo na sua pele, do jeito que ela é, e construir a conduta certa para o seu caso, não uma resposta genérica que serviria para qualquer pessoa.

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Mapeamento de pintas e dermatoscopia

Pinta nova, que mudou de cor ou de borda, ou que sangra sem motivo, merece avaliação com dermatoscópio. É um exame rápido, indolor, e é assim que se investigam os sinais do ABCDE.

O dermatoscópio amplia e ilumina a pele de um jeito que o olho, sozinho, não alcança. Ele permite observar padrões de cor e de estrutura dentro de uma pinta que orientam se aquele sinal é compatível com o esperado ou se merece investigação mais próxima. O mapeamento serve para registrar o conjunto de pintas de uma pessoa, criando um ponto de referência para acompanhar mudanças ao longo do tempo. Nenhuma pinta se avalia por foto, por aplicativo ou à distância: o exame presencial, com luz e ampliação adequadas, é o que sustenta uma avaliação confiável.

03

Acne e cicatrizes de acne

Acne depois dos vinte anos tem causas diferentes da acne de adolescência. Tratamento tentado por conta própria por anos não é o mesmo que conduta avaliada por um dermatologista.

Acne não é falta de higiene, e continuar depois da adolescência não é raro nem motivo de vergonha. Fatores hormonais, tipo de pele, produtos usados no dia a dia e até o próprio ciclo de tentativa e erro com cosméticos podem sustentar um quadro que parece nunca melhorar. A avaliação identifica o tipo e a intensidade da acne para orientar a conduta adequada, que pode envolver desde ajustes de rotina até tratamentos tópicos ou orais, sempre explicados antes de começar. Cicatrizes de acne também têm avaliação própria, separada do tratamento da acne ativa.

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Dermatites, eczemas e alergias de pele

Coceira que volta, vermelhidão que não explica sozinha, pele que reage a produtos que antes não incomodavam. Identificar o gatilho é parte do tratamento, não um detalhe dele.

Dermatite de contato, eczema e reações alérgicas de pele costumam se parecer entre si aos olhos de quem convive com elas, mas pedem condutas diferentes. Investigar o que desencadeia a crise (um produto novo, um tecido, uma exposição repetida) é tão parte do tratamento quanto a prescrição em si. Sem esse passo, o alívio tende a ser temporário: a pele melhora, o gatilho continua presente, e o quadro volta.

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Queda de cabelo e couro cabeludo

Couro cabeludo também é pele. Queda de cabelo pode ter causa dermatológica, hormonal ou nutricional, e a consulta identifica de qual tipo se trata antes de indicar qualquer conduta.

Nem toda queda de cabelo é a mesma queda de cabelo. Alopecia androgenética, eflúvio telógeno, dermatite seborreica do couro cabeludo e outras condições produzem padrões diferentes de perda de fio, com causas e tratamentos próprios. A avaliação observa o couro cabeludo, investiga o histórico recente (estresse, parto, dieta, medicações) e, quando indicado, solicita exames complementares antes de propor qualquer conduta.

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Micoses, verrugas e unhas

Manchas que descascam, verrugas que não somem sozinhas, unhas que mudaram de cor ou de espessura. Cada uma tem causa própria e exame que confirma o diagnóstico antes do tratamento.

Micoses de pele, verrugas virais e alterações ungueais costumam ser tratadas em casa com produtos genéricos antes de chegar ao consultório, e nem sempre o problema é o que parece ser à primeira vista. Confirmar a causa (fúngica, viral ou de outra natureza) evita tratamento no escuro e orienta a conduta certa, incluindo os casos que exigem mais tempo de acompanhamento, como alterações de unha persistentes.

Não encontrou o seu caso aqui?

A lista acima cobre o que mais chega ao consultório, não tudo o que a dermatologia trata. Se o que você tem na pele não se encaixa exatamente em nenhuma dessas descrições, isso não é um problema, é uma informação. Descobrir o nome do que está acontecendo é a minha função, não a sua tarefa de casa. Traga o que você tem, do jeito que estiver.

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Este é um atendimento ambulatorial, com hora marcada. Reação alérgica grave com falta de ar, queimadura extensa ou sangramento que não para não esperam horário de consulta: ligue 192 (SAMU) ou procure o pronto-socorro mais próximo.

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