Dr. Noac Chuffi Barros Médico Alergista
Início Sobre Quadros tratados Perguntas frequentes Contato

O que você sente tem nome, tem causa e tem investigação.

Alergologia e imunologia clínica para crianças e adultos, em Mauá. Cada quadro abaixo é avaliado individualmente: não existe protocolo que sirva para todo mundo, porque não existe gatilho igual ao outro.

Sala de atendimento do Dr. Noac Chuffi Barros, maca clínica e ambiente claro
01

Rinite alérgica e sinusite de repetição

Espirro em salva, nariz entupido ou escorrendo, coceira no nariz e nos olhos que voltam sempre na mesma época ou no mesmo ambiente. Chamar isso de resfriado por anos atrasa o tratamento certo.

Rinite alérgica é a inflamação da mucosa do nariz provocada por um alérgeno, seja ele ácaro de poeira doméstica, mofo, pelo de animal ou pólen. Ela se confunde com resfriado porque os sintomas parecem os mesmos: espirro, coriza, nariz entupido. A diferença está no padrão. Resfriado dura poucos dias e passa. Rinite alérgica volta sempre no mesmo contexto, dura semanas e, sem tratamento, pode evoluir para sinusite de repetição, porque a mucosa inflamada represa secreção nos seios da face. Na consulta, investigo o padrão de piora (época do ano, ambiente, contato com animal, limpeza da casa) e, quando indicado, confirmo o alérgeno com teste cutâneo. O tratamento combina controle da exposição ao alérgeno identificado, medicação para a fase aguda e, em quadros persistentes, imunoterapia para reduzir a sensibilidade ao longo do tempo.

02

Asma e bronquite na criança e no adulto

Falta de ar, chiado no peito, tosse que piora à noite ou depois de esforço. Na criança, muitas vezes é chamada de bronquite de repetição, sem que ninguém investigue a causa alérgica por trás.

Asma é uma inflamação crônica das vias aéreas que reage a gatilhos: ácaro, mofo, fumaça, esforço físico, ar frio, infecção respiratória. Em crianças pequenas, episódios recorrentes de chiado e tosse costumam ser tratados isoladamente, um a um, sem que a causa alérgica de fundo seja investigada, e a criança acaba tomando antibiótico repetidas vezes por um quadro que não é infeccioso. A avaliação inclui histórico de crises (quando começam, o que precede, se pioram à noite ou com esforço), exame físico e, quando necessário, exames de função pulmonar. O tratamento controla a inflamação de base, não só a crise: isso muda a frequência e a intensidade dos episódios ao longo do tempo, e é acompanhado com ajustes periódicos.

03

Dermatite atópica e urticária

Pele que resseca, descama ou coça sem motivo aparente, ou que reage de repente com placas vermelhas e inchadas. Duas condições diferentes, que pedem investigação diferente.

Dermatite atópica é uma condição de pele crônica, comum em bebês e crianças, que causa ressecamento, coceira e lesões que pioram em crises. Ela tem relação com alergia, mas o tratamento vai além de pomada: envolve identificar o que piora a crise (sabonete, tecido, suor, poeira, em alguns casos alimento) e um plano de cuidado contínuo da barreira da pele. Urticária é diferente: são placas vermelhas, elevadas e com coceira intensa, que aparecem e somem em horas, e podem ser causadas por alimento, medicamento, picada de inseto, infecção ou, em boa parte dos casos, por causa que nunca chega a ser identificada. Nos dois quadros, a investigação inclui histórico detalhado de quando e onde a pele reage, e, quando indicado, testes específicos para confirmar ou descartar um gatilho alérgico.

04

Alergia alimentar

Reação depois de comer determinado alimento, de leve a grave. Cortar um alimento da rotina da família sem confirmar a alergia costuma restringir sem necessidade.

Alergia alimentar é uma resposta do sistema imunológico a uma proteína específica de um alimento, que pode causar desde coceira leve até uma reação grave que envolve todo o corpo. É diferente de intolerância alimentar, que não é uma reação imunológica e tem outro manejo. Muitas famílias cortam um alimento inteiro da alimentação da criança ou da própria rotina por precaução, com base numa suspeita que nunca foi testada, e isso pode gerar restrição desnecessária e, em crianças, prejuízo nutricional. A investigação correta usa história clínica detalhada e, quando indicado, teste específico para confirmar qual alimento realmente está envolvido, evitando tanto a exposição desnecessária quanto a restrição sem fundamento. Quando a alergia é confirmada, o plano inclui orientação prática para o dia a dia: rótulos, escola, refeições fora de casa.

05

Alergia a medicamentos e a picada de insetos

Uma reação depois de tomar um remédio ou de ser picado por um inseto, e ninguém nunca investigou qual foi exatamente a causa.

Reações a medicamentos vão de uma erupção leve na pele até quadros graves que exigem atendimento de emergência. Depois de uma reação, é comum a pessoa evitar por conta própria uma classe inteira de remédios, às vezes por anos, sem nunca ter confirmado qual substância exata provocou a reação, o que pode limitar opções de tratamento futuras sem necessidade. Picadas de inseto seguem uma lógica parecida: a maioria das pessoas tem reação local, mas uma reação alérgica sistêmica é diferente e pede investigação. Nos dois casos, o trabalho na consulta é reconstruir o que aconteceu, quando, com o quê, e definir se há de fato uma alergia confirmada, e a qual substância especificamente, para que a orientação futura seja precisa, não uma lista de restrições por precaução.

06

Testes cutâneos e imunoterapia

A ferramenta que transforma suspeita em resposta. E, quando indicado, o tratamento que reduz a sensibilidade ao alérgeno ao longo do tempo.

O teste cutâneo aplica pequenas quantidades de alérgenos na pele do antebraço para observar a reação em poucos minutos. É o jeito mais direto de confirmar, entre os suspeitos, qual realmente desencadeia a resposta alérgica de cada pessoa. Não substitui a história clínica, complementa ela: um teste positivo sem relação com os sintomas não define diagnóstico sozinho. Quando a alergia respiratória está confirmada e é persistente, a imunoterapia é uma opção de tratamento que expõe o organismo a doses crescentes e controladas do alérgeno, ao longo de um período prolongado, para reduzir a sensibilidade a ele. Não é indicada para todo mundo, tem calendário definido e acompanhamento constante, e os resultados variam de pessoa para pessoa: isso é conversado com clareza antes de começar.

Não encontrou o seu caso aqui?

A lista acima cobre o que mais chega ao consultório, não tudo o que a alergologia trata. Se o que você sente não se encaixa exatamente em nenhuma dessas descrições, ou se encaixa em várias ao mesmo tempo, isso não é um problema, é uma informação. Descobrir o nome do que está acontecendo é a minha função, não a sua tarefa de casa. Traga o que você tem, do jeito que der.

Agendar minha primeira consulta

Se for urgente, não espere por mim

Este é um atendimento ambulatorial, com hora marcada. Em falta de ar, inchaço de lábios ou língua e queda de pressão, ligue 192 (SAMU) ou vá ao pronto-socorro mais próximo imediatamente.

Agendar no WhatsApp