Dra. Solange Marin C. Tuoni Oftalmologista
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As perguntas que ficam antes de marcar a consulta.

Se a sua dúvida não estiver aqui, manda no WhatsApp. Responder pergunta antes da consulta faz parte do meu trabalho.

A consulta

Ao chegar, você preenche uma ficha breve com o motivo da consulta e o histórico ocular seu e da família. Depois entra para o exame, que começa com a medição da visão de longe e de perto, segue para a lâmpada de fenda e, quando necessário, para a dilatação da pupila. No fim, eu explico o que foi encontrado em palavras claras, sem termo técnico solto sem tradução.
É o aparelho com uma luz estreita e um microscópio que permite examinar a superfície do olho com aumento, camada por camada. Não dói: você apoia o queixo e a testa num suporte e eu peço para olhar para pontos específicos. Em alguns exames, uma gota anestésica é aplicada antes, e o efeito passa em minutos.
A pupila dilatada abre caminho para eu examinar o fundo do olho, incluindo retina e nervo óptico, com nitidez. Sem dilatação, boa parte dessa região fica fora de alcance. É um passo do exame, não um extra: quando indicado, ele muda o que dá para enxergar e o que fica escondido.
O recomendado é não dirigir logo depois. A dilatação deixa a visão embaçada de perto e sensível à luz por algumas horas, e esse efeito varia de pessoa para pessoa. Se você já sabe que vai passar por esse exame, é mais confortável vir acompanhado ou providenciar uma volta sem precisar guiar.
Entre trinta minutos e uma hora, incluindo a conversa sobre o resultado. O tempo exato depende do que precisa ser examinado e de você ter ou não passado pela dilatação.

Crianças e alergia ocular

Não existe uma idade só. Recém-nascidos já passam pelo teste do olhinho na maternidade, e a partir daí a criança pode ser acompanhada em qualquer fase, principalmente se há queixa de coceira, olho vermelho, estrabismo, dificuldade para enxergar o quadro na escola ou histórico de óculos na família.
Coçar de forma recorrente, olho vermelho, lacrimejamento e sensibilidade à luz são sinais típicos de alergia ocular infantil, muito comum e muitas vezes confundida com mania ou cansaço. Vale examinar, porque coçar demais também pode alterar a curvatura da córnea ao longo do tempo.
Tem tratamento e controle. O plano costuma combinar colírio adequado à fase da crise, orientação sobre gatilhos como poeira, mofo e contato com bichos de estimação, e acompanhamento nas épocas em que os sintomas costumam piorar. Muitas crianças melhoram bastante com o manejo certo, ainda que a tendência alérgica continue existindo.
Em muitos exames pediátricos, sim, principalmente para medir o grau com precisão, já que o olho da criança acomoda com muita facilidade e pode mascarar o resultado sem a dilatação. Uso colírio apropriado para a idade e explico o que esperar antes de aplicar.

Óculos e lentes

Sim, quando o exame indica necessidade de correção. A receita sai da refração medida na consulta, e você pode levá-la a qualquer ótica de sua confiança.
Porque o grau numérico não conta a história toda: duas pessoas com a mesma medida podem enxergar de formas diferentes com a mesma lente. Por isso comparo lentes de prova até a combinação ficar nítida e confortável, em vez de fechar o número e encerrar por ali.
É comum, sim. A presbiopia (a famosa vista cansada) costuma evoluir aos poucos nessa faixa de idade, então o grau de perto pode mudar em consultas de retorno mais próximas do que você estava acostumado antes dos quarenta. Isso não é um problema à parte: é a curva natural do olho amadurecendo.
Depende da idade e do que foi encontrado na última consulta. Sem queixa e sem histórico relevante, o retorno anual costuma bastar para adultos; crianças em fase de desenvolvimento visual e pessoas acompanhando alguma alteração podem precisar de intervalo menor. Eu oriento o prazo certo caso a caso, ao final de cada consulta.

Agendamento e retorno

Manda uma mensagem no WhatsApp (11) 4516-2111. Não precisa de encaminhamento nem de explicar tudo por escrito: dizer que quer agendar uma consulta já resolve.
Na Rua Princesa Isabel, 152, Vila Bocaina, Mauá, SP, CEP 09310-010. É aqui também que funciona a Clínica Oftalmológica Marin Medeiros, da qual sou responsável técnica.
Sim. Boa parte do exame oftalmológico depende de equipamento fixo do consultório, como a lâmpada de fenda e o exame de fundo de olho, por isso não faço consulta online.
Depende do que for encontrado. Algumas situações se resolvem numa consulta só, com receita de óculos ou orientação simples; outras pedem acompanhamento em intervalos definidos. Eu informo o plano de retorno, quando houver, no fim da própria consulta.
O atendimento é ambulatorial e com hora marcada, não é serviço de emergência. Em caso de perda súbita de visão, trauma ocular ou contato com produto químico, ligue 192 (SAMU) ou procure imediatamente o pronto-socorro ou a emergência oftalmológica mais próxima. Não espere um horário de consulta para ser socorrido.

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Manda. Responder pergunta antes da consulta faz parte do trabalho.

Dra. Solange Marin C. Tuoni · Oftalmologista · CRM/SP 103.544 · RQE 55.324 · Consultório na Vila Bocaina, Mauá, SP.

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