A conversa
Antes de qualquer exame, eu pergunto sobre o histórico: quando começou o incômodo, se há óculos anteriores, se há alergia ou caso parecido na família. Isso muda o que eu vou procurar.
Uma oftalmologista que atende a mesma família por anos, dos primeiros óculos da infância ao acompanhamento depois dos quarenta. Consulta completa, explicada em português claro, na Vila Bocaina, em Mauá.
Dra. Solange Marin C. Tuoni · Oftalmologista · CRM/SP 103.544 · RQE 55.324
Atendimento presencial na Vila Bocaina, Mauá. Consultas com hora marcada, por telefone ou WhatsApp.
CRM/SP 103.544
Médica registrada no Conselho Regional de Medicina de São Paulo.
RQE 55.324
Título de especialista em Oftalmologia, registrado.
Presencial, na Vila Bocaina
Consultório de fácil acesso, na Rua Princesa Isabel, em Mauá.
Responsável técnica
Da Clínica Oftalmológica Marin Medeiros, no mesmo endereço.
Agendamento direto
Sem central de atendimento. Você fala por telefone ou WhatsApp e agenda.
Como funciona a consulta
Nada é feito sem que você entenda por quê. A consulta segue o tempo que o exame pede.
Antes de qualquer exame, eu pergunto sobre o histórico: quando começou o incômodo, se há óculos anteriores, se há alergia ou caso parecido na família. Isso muda o que eu vou procurar.
Meço a acuidade visual e examino a superfície do olho na lâmpada de fenda. Em alguns casos, dilato a pupila para enxergar o fundo do olho com nitidez. Isso deixa a visão embaçada e sensível à luz por algumas horas, e por isso costumo avisar antes: se a pupila for dilatada, é melhor não dirigir logo depois.
Quando o grau muda, testamos lentes na hora até chegar na medida que faz você enxergar com conforto, não só com nitidez no papel. A receita sai explicada, não só assinada.
A visão muda com a idade e com a rotina. Por isso o retorno não é um exame novo do zero: é a continuação do que já sabemos sobre o seu olho, ano após ano.
Nenhuma etapa dessas é apressada para caber num horário. Se um exame precisar de mais tempo, ele tem mais tempo.
Oftalmologia contínua, atenta e clara
O mesmo consultório acompanha crianças que cresceram, viraram adultas e hoje trazem os próprios filhos. Visão não é um problema pontual, é algo que muda com a idade.
Alergia ocular na infância, olho seco depois dos quarenta, a primeira dificuldade para ler de perto: cada fase do olho pede um olhar diferente, e cada detalhe importa.
Cada exame é explicado em português direto: o que foi medido, o que significa e o que fazer a seguir. Nenhum termo técnico fica sem explicação.
Para quem é
Nenhuma delas é grave. É exatamente por isso que tanta família adia.
Seu filho aperta os olhos para ver a lousa, e você não sabe se é hábito ou é vista.
Você não lembra a última vez que trocou o grau dos óculos, só sabe que já não ajuda como antes.
Depois dos quarenta, o braço ficou curto demais para ler o rótulo de perto.
A vista de alguém da família embaça no fim do dia, e ninguém marcou uma consulta ainda.
Seu filho esfrega os olhos e espirra sempre que entra em contato com poeira ou pelo de animal, e ninguém investigou se é alergia ocular.
Você faz consulta com pediatra, com dentista, com todo mundo, menos com oftalmologista, porque parece que a vista só importa quando incomoda.
Se você leu isso e pensou que o seu caso não justifica uma consulta, essa frase é justamente o motivo de marcar uma. Cuidar da vista não é o último recurso, é rotina.
O que você não vai encontrar aqui
Você liga ou manda mensagem, e o agendamento é direto com o consultório, sem central de atendimento.
A lâmpada de fenda, a medida de grau e a conversa sobre o resultado acontecem no tempo que a consulta pede, não no tempo que a agenda aperta.
Se eu disser lâmpada de fenda ou acuidade visual, explico o que significa antes de seguir em frente.
A criança que veio para o primeiro óculos pode continuar vindo depois dos quarenta, no mesmo consultório, com o mesmo histórico.
Você sai sabendo o que foi medido, por que a pupila foi dilatada quando isso acontece, e por que não se deve dirigir logo depois.
O que acompanho
Em vez de uma lista de diagnósticos, o acompanhamento segue a idade e a rotina de cada pessoa.
Se você não sabe em qual dessas fases se encaixa, tudo bem. Descobrir isso é o meu trabalho, não o seu.
Sobre
Oftalmologista · CRM/SP 103.544 · RQE 55.324
Atendo em Mauá há anos, no mesmo consultório da Vila Bocaina. Muita gente que veio aqui quando criança para o primeiro óculos hoje traz os próprios filhos para a mesma cadeira de exame.
Sou a responsável técnica da Clínica Oftalmológica Marin Medeiros, no mesmo endereço da Rua Princesa Isabel. Isso significa que respondo, perante o Conselho Regional de Medicina, por tudo o que acontece dentro do consultório.
Visão não é um problema que se resolve numa consulta só. Ela muda com a idade, com a rotina e com a saúde geral, e por isso acompanho a mesma família ano após ano, não apenas um exame isolado.
Explico cada etapa do exame antes de fazer, e cada resultado depois de medir. Se um termo técnico aparecer, eu paro e explico o que ele significa.
Antes de agendar
Perda súbita de visão, trauma ocular, contato com produto químico no olho, ou dor ocular intensa com náusea: não espere um horário de consulta. Procure imediatamente o pronto-socorro ou a emergência oftalmológica mais próxima.
Não faço plantão nem atendimento de urgência fora do horário marcado. Nesses casos, o caminho é o pronto-socorro ou o hospital com emergência oftalmológica, que existem exatamente para isso.
Fora dessas situações, a porta está aberta, inclusive para uma dúvida que parece pequena demais para justificar uma consulta.
Você não precisa saber o nome do problema nem chegar com um diagnóstico pronto. Isso é o meu trabalho. O seu, hoje, é só entrar em contato.
Dra. Solange Marin C. Tuoni · Oftalmologista · CRM/SP 103.544 · RQE 55.324 · Consultório na Vila Bocaina, Mauá, SP.