O laboratório
Trabalho de bancada, feito por uma pessoa só.
Sou Mateus, técnico em prótese dentária. Monto protocolo sobre implante e prótese total em resina acrílica de alta estética, no laboratório da Vila São Francisco, em Mauá. Quem responde a mensagem é quem executa a peça.
TPD · CROSP 013473 · Mauá, SP
Como cheguei aqui
A prótese se aprende refazendo.
Ninguém sai pronto de um curso de prótese. Sai sabendo o nome das coisas. O ofício mesmo se aprende depois, na bancada: montando, olhando o resultado, percebendo que ficou dois milímetros alto, desmontando e fazendo de novo. Foi assim comigo, e é assim até hoje quando aparece um caso diferente.
Escolhi me concentrar em duas peças, protocolo sobre implante e prótese total em resina acrílica de alta estética, porque são as que passam pela minha bancada toda semana. Repetição é o que dá padrão. Laboratório que anuncia tudo costuma entregar bem uma coisa só, e o paciente descobre isso tarde.
O fundo preto das fotos que publico não é estética de rede social. É o pior fundo possível para esconder defeito: ele denuncia polimento mal feito, brilho errado e caracterização exagerada. Fotografo assim porque, se a peça aguenta esse fundo, ela aguenta a boca.
O laboratório fica na R. Bartolomeu de Gusmão, 49, na Vila São Francisco, em Mauá. Endereço fixo, horário fixo, de segunda a sexta. Você sabe onde o seu caso está e com quem falar sobre ele.
O método
O que eu faço antes de começar a peça.
Metade dos problemas de laboratório não nasce na execução. Nasce numa informação que faltou e que ninguém foi buscar.
Pergunto antes, não depois
Cor, altura, linha média, expectativa do paciente e o que o dentista quer que a peça resolva. Se algum desses pontos vier vago na prescrição, eu pergunto antes de montar. Peça pronta com informação errada custa duas vezes: o material e a consulta do paciente.
Depois disso, o prazo. Digo o prazo que a fila da semana comporta, não o prazo que fecha o pedido. Quando não dá para a data que você precisa, eu digo que não dá, e você decide com tempo.
Montagem
Modelo, articulador, montagem dos dentes e prova. É aqui que se define se o sorriso vai parecer natural. Linha média fora do lugar, altura errada ou inclinação demais não se corrige no polimento: se corrige voltando uma etapa.
Quando o caso pede prova antes do acabamento, eu peço a prova. Encurtar essa etapa economiza um dia e custa uma peça.
Acabamento
Caracterização, textura e polimento. É a parte que não aparece no orçamento e é justamente a que faz a peça sumir na boca. Prótese com brilho uniforme demais denuncia que é prótese, mesmo com os dentes bem montados.
Cada peça sai fotografada em fundo preto antes de ir para o dentista. Você vê o acabamento antes de instalar, e não na frente do paciente.
Entrega e ajuste
A peça volta na data combinada. Se precisar de ajuste depois da instalação, o caso continua aberto comigo, com a foto e o relato do paciente. Ajuste faz parte do serviço de uma peça sob medida.
O que eu não faço é ajuste na boca. Instalação, prova clínica e adaptação são do cirurgião-dentista, e essa fronteira não é formalidade.
Limite do laboratório
Não examino, não diagnostico e não indico tratamento. Não digo a ninguém se o caso pede implante, extração ou enxerto. Isso depende de exame clínico e de imagem, e é atribuição do dentista.
Paciente que me procura direto é orientado a passar por um cirurgião-dentista antes. Explico a peça, explico o processo, e paro onde o meu registro manda parar.
Este site não publica depoimento de paciente, resultado prometido nem comparação de antes e depois. O trabalho é mostrado como ele é: a peça fotografada, e o processo descrito. Quem avalia se ela serve para o seu caso é o seu cirurgião-dentista.
Quer conhecer o padrão da bancada antes de mandar um caso?
Me chame no WhatsApp e peça foto de uma peça recente do tipo que você precisa. É o jeito mais rápido de ver acabamento sem depender de promessa.
Mateus · Técnico em Prótese Dentária · CROSP 013473 · R. Bartolomeu de Gusmão, 49, Vila São Francisco, Mauá, SP · Segunda a sexta, das 08:00 às 18:00.