A pressa é o pior sintoma do sistema.
Diagnóstico em saúde mental não se faz em dez minutos. Se a consulta é curta demais para a sua história, a conta chega depois — em tratamento errado, em recaída, em abandono.
Sobre
Dr. Paulo André Pereira — médico psiquiatra e integrativo, CRM-SP 130.659. Consultório no Centro de Santo André.
Comecei na psiquiatria pelo caminho de sempre: a escuta, o diagnóstico, a prescrição. Funciona. Mas, ao longo dos anos de consultório, uma parte dos meus pacientes continuava me apresentando o mesmo enigma — o remédio ajudava, e ainda assim o sono não voltava direito, a energia não voltava direito, o corpo continuava dando sinal de que algo não estava resolvido.
Foi isso que me levou para fora da caixa da receita: fui estudar acupuntura sistêmica pela Medicina Tradicional Chinesa, depois a acupuntura craniana japonesa do método Yamamoto, depois a medicina ortomolecular. Não para trocar uma coisa pela outra. Para ter mais de uma ferramenta na mesa quando o caso pedisse.
Hoje atendo adultos e crianças na Av. Portugal, no Centro de Santo André, com essas ferramentas reunidas num único plano de cuidado. São 16 anos no ABC — tempo suficiente para eu ter aprendido que a pressa é a maior inimiga de um bom diagnóstico em saúde mental.
Dr. Paulo André Pereira — CRM-SP 130.659
Tudo o que está listado abaixo é o que eu efetivamente pratico no consultório.
CRM-SP 130.659 — registro ativo no Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo.
Atendimento de adultos e crianças: ansiedade, depressão, insônia, TDAH, síndrome do pânico e transtorno bipolar.
Integração das abordagens abaixo dentro da conduta médica — não como substituição a ela.
Aplicada como recurso complementar no manejo de ansiedade, insônia e sintomas somáticos.
Técnica craniana específica, usada em casos selecionados.
Avaliação e suporte nutricional e metabólico, incluindo aplicação injetável, integrados ao tratamento psiquiátrico.
Atuação em saúde do trabalhador.
Avaliação pericial em contexto médico-legal.
Antes de qualquer nome de diagnóstico, eu quero a história. Quando começou. O que estava acontecendo na sua vida naquele momento. O que você já tentou, o que ajudou, o que piorou. Como está o sono, o apetite, o intestino, a libido, a energia da manhã. Isso não é conversa de aquecimento — é o exame clínico da psiquiatria.
Depois vem o corpo. Sono fragmentado, tireoide, deficiências nutricionais, inflamação, uso de outras medicações: nada disso é detalhe. Muita queixa de humor tem componente físico junto, e ignorar isso é tratar pela metade.
Só então vem o plano. Medicação, quando indicada, com objetivo e prazo de reavaliação claros. Acupuntura ou suporte ortomolecular, quando fazem sentido para o caso. Encaminhamento para psicoterapia, sempre que o tratamento pede — porque remédio e escuta terapêutica fazem trabalhos diferentes, e eu não finjo que um substitui o outro.
Diagnóstico em saúde mental não se faz em dez minutos. Se a consulta é curta demais para a sua história, a conta chega depois — em tratamento errado, em recaída, em abandono.
Meu papel é te dar informação suficiente para você decidir com clareza. Não te convencer. Paciente que entende o próprio tratamento adere melhor a ele, e isso não é opinião minha.
Sono, nutrição, hormônio, inflamação. Não dá para tratar humor ignorando a biologia que sustenta o humor.
Eu não prometo cura, prazo nem resultado. Prometo trabalho: escuta, investigação, plano, ajuste. É o que eu tenho, e é o que funciona.
Av. Portugal, 1285 — Centro, Santo André/SP.
Em frente à Prefeitura de Santo André, ao lado do Clube Primeiro de Maio.
Atendimento online para quem não pode se deslocar.