Dárquia Moreira Psicóloga · CRP 06/130418
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Três frentes, a mesma sala, e nenhuma delas vendida como milagre.

Terapia individual para adultos, terapia online e avaliação psicológica para cirurgia bariátrica. Abaixo, cada uma explicada por inteiro: o que é, como funciona, quanto tempo leva e quando não é indicada.

Dárquia Moreira · Psicóloga · CRP 06/130418 · R. Campos Sales, 167, Vila Bocaina, Mauá

Nada aqui é pacote fechado. O que muda entre uma frente e outra é o objetivo do trabalho, o número de encontros e o que sai no final. O que não muda é o sigilo, o tempo de escuta e a clareza sobre o que está sendo feito.

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Terapia individual para adultos

É o atendimento mais procurado aqui, e o mais mal explicado por aí. Terapia individual é um espaço semanal, seu, para olhar com método aquilo que na correria do dia você só consegue empurrar. Não é conselho de amiga, não é alguém dizendo o que você deve fazer e não é um lugar onde você precisa chegar chorando para justificar a presença.

Na prática: cinquenta minutos, uma vez por semana, sempre no mesmo horário. Você fala, eu escuto, e devolvo o que estou vendo em palavra simples. Aos poucos aparecem os padrões, que é onde o trabalho realmente acontece: a mesma discussão que se repete com pessoas diferentes, a culpa que sobra sempre para o mesmo lado, a decisão que você adia há três anos.

Atendo adultos. Procuram terapia comigo pessoas em transição de vida, gente que se cobra demais, quem está exausto de segurar a casa inteira nas costas, quem perdeu alguém, quem terminou uma relação longa e quem simplesmente quer se entender melhor sem ter uma crise para mostrar. Todos esses motivos são suficientes.

Sobre a duração: não existe prazo fixo, e desconfie de quem promete um. De tempos em tempos a gente para, olha o caminho percorrido e avalia junto se ainda faz sentido continuar. Encerrar também se conversa aqui, com hora marcada, e não some no meio.

Darquia Moreira em sessao, com caderno de anotacoes no colo, na sala de atendimento com plantas ao fundo
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Terapia online

Mesmo trabalho, mesma duração, mesmo sigilo, por vídeo. O atendimento psicológico a distância é regulamentado pelo Conselho Federal de Psicologia, e não é uma versão reduzida da terapia presencial: é a mesma terapia, num outro meio.

Funciona bem para quem trabalha em escala e não consegue horário comercial fixo, para quem saiu de Mauá e não quis trocar de psicóloga, para quem tem filho pequeno em casa e para quem simplesmente rende mais falando de um lugar conhecido. Você precisa de duas coisas: conexão que aguente uma chamada de vídeo e um canto onde consiga falar sem alguém escutando do outro lado da parede.

Onde eu costumo recomendar o presencial: quando a pessoa percebe que em casa nunca consegue privacidade de verdade, e quando o próprio deslocamento até o consultório funciona como parte do ritual de parar. Isso a gente avalia junto, e dá para alternar entre os dois formatos ao longo do processo.

Mesa de apoio do consultório: caderno aberto com caneta, xícara de café fumegando, vela acesa e um vaso de planta
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Avaliação psicológica para cirurgia bariátrica

Essa é a frente que quase ninguém aqui no bairro explica direito, e é onde mais gente chega perdida. A avaliação psicológica é uma das exigências do preparo para a cirurgia bariátrica, pedida pela equipe cirúrgica e, na maioria dos casos, também pelo convênio. Ela é atribuição privativa do psicólogo registrado e segue resolução própria do Conselho Federal de Psicologia.

O que ela não é: uma conversa de vinte minutos para carimbar um papel. A avaliação tem método, acontece em mais de um encontro, pode incluir instrumentos psicológicos formais e termina em documento escrito, com a finalidade declarada logo no começo. Quem oferece laudo na hora está fazendo errado, e esse documento pode ser questionado depois.

O que a gente olha nesses encontros: a sua compreensão do procedimento e do pós-operatório, a sua relação com a comida ao longo da vida, a rede de apoio que você tem em casa, o histórico de saúde mental e o que você espera que mude depois da cirurgia. A cirurgia opera o estômago; a expectativa em cima dela é assunto de psicólogo.

O documento vai para o cirurgião ou para a equipe multiprofissional, com a sua autorização. Vai o que a avaliação exige, não a sua vida inteira: o restante do que você me contar continua protegido pelo sigilo. E se, no meio do processo, aparecer alguma coisa que precise de acompanhamento, eu digo com clareza, seja comigo em terapia, seja com outro profissional.

Sala de atendimento da Vila Bocaina: sofá e poltrona claros frente a frente, mesa baixa de madeira e dois janelões com vegetação lá fora

O que aparece na terapia

Você não precisa saber o nome do que está sentindo para marcar.

Estes são assuntos que ocupam boa parte das sessões aqui. Nenhum deles é diagnóstico, e você não precisa se encaixar em nenhum para começar.

Ilustração de três amonites de tamanhos crescentes enfileiradas ao lado de um vaso de folhas largas

Ansiedade e pensamento acelerado

A cabeça que não desliga na hora de dormir, o corpo que dispara antes de uma reunião comum, a preocupação que ocupa o dia inteiro com uma coisa que talvez nem aconteça. Na terapia a gente entende de onde isso vem e o que alimenta o ciclo, em vez de só tentar controlar o sintoma na força.

Luto, separação e recomeço

Perder alguém, terminar uma relação longa, mudar de cidade, sair de um emprego que era a sua identidade. Todo mundo em volta segue em frente rápido e cobra que você siga também. Aqui não tem cronômetro nem a frase de que já passou tempo demais.

Relações, limites e culpa

Você resolve a vida de todo mundo da casa e não sabe dizer o que quer. Diz sim quando queria dizer não e passa a semana remoendo. Dizer não sem se sentir má pessoa é uma habilidade, e ela se constrói.

Autocrítica e autoestima

A voz interna que trata você de um jeito que você jamais trataria uma amiga. Ela quase sempre foi aprendida em algum lugar, e dá para descobrir onde. Não é sobre repetir frase de autoajuda no espelho.

Esgotamento e trabalho

Acordar cansado antes do dia começar, entregar tudo e não sentir nada, contar os dias para a folga e chegar nela sem energia para nada. Esgotamento não se resolve com fim de semana, e não é falta de força de vontade.

Relação com a comida e com o corpo

Comer para desligar, comer escondido, a balança comandando o humor do dia. Assunto frequente aqui, tanto na terapia comum quanto em quem chega pelo caminho da bariátrica. Sem dieta, sem julgamento e sem promessa de número na balança.

Se o seu caso pedir avaliação médica, psiquiátrica ou acompanhamento de outra natureza, eu digo isso com todas as letras e ajudo a encaminhar. Psicologia tem escopo, e conhecer o próprio limite faz parte de trabalhar bem.

Como começar

Quatro passos, e o primeiro leva um minuto.

Você manda mensagem no WhatsApp. Pode ser uma linha, sem explicar nada. Quem responde sou eu.

A gente combina o formato, presencial ou online, e encontra um horário fixo que caiba na sua semana.

Na primeira sessão você fala e eu escuto. No fim dela, você já sai sabendo como pretendo trabalhar.

Se fizer sentido para você, seguimos. Valor, frequência e forma de remarcar ficam combinados desde o começo.

Não sabe em qual das três você se encaixa? Pergunte.

Descobrir isso é parte do meu trabalho, não pré-requisito para falar comigo. Se o seu caso for para outro profissional, eu também vou te dizer.

Dárquia Moreira · Psicóloga · CRP 06/130418 · R. Campos Sales, 167, Vila Bocaina, Mauá (SP) · Segunda a sexta, das 8h às 20h.

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