Início Sobre Atendimento Perguntas Contato

Perguntas que quase todo mundo faz.

Se a sua não estiver aqui, me escreva. Responder dúvida antes da sessão faz parte do trabalho.

Perguntas frequentes

Antes de começar

Não existe pontuação mínima de sofrimento. Terapia não é reservada para crise. Se algo te incomoda de forma recorrente — mesmo que você não consiga explicar o quê — já é motivo suficiente. A primeira conversa serve exatamente para isso: entender juntos o que está acontecendo.
Nada. Você não precisa organizar a história, escolher o assunto nem chegar com um roteiro. Chega do jeito que estiver. Eu ajudo a organizar a partir do que aparecer.
Acontece muito, e não é problema. Silêncio também é material de trabalho. Ninguém é obrigado a produzir fala boa. O consultório é um dos poucos lugares onde não falar nada também é permitido.
A vergonha é uma das coisas que mais atrasa o começo de uma terapia, e ela some mais rápido do que você imagina. Eu não estou aqui para avaliar você. Estou aqui para escutar. O que você trouxer, seja o que for, cabe.

Como funciona

É uma sessão como as outras, com uma diferença: além de você falar, a gente entende juntos o que te trouxe e o que faz sentido daqui para frente. Serve também para você me conhecer e decidir se quer seguir comigo. Não existe obrigação de continuar.
A frequência é combinada entre nós, considerando o que você está vivendo e a sua rotina. Não existe fórmula única, e ela pode ser revista ao longo do processo.
Qualquer resposta dada antes de te conhecer seria chute. Cada processo tem o seu tempo, porque cada história é diferente. O que existe é liberdade: você continua enquanto fizer sentido, e quando quiser encerrar, a gente conversa sobre isso — encerrar bem também faz parte.
Na prática, é uma escuta que presta atenção no que se repete, no que trava e no que você diz sem perceber que disse. Não é conselho, não é plano de ação, não é exercício para levar para casa. É um trabalho de entender por que você faz o que faz — e é esse entendimento que abre espaço para escolher diferente.
Não. Se eu te dissesse o que fazer, estaria colocando a minha vida no lugar da sua. O trabalho é outro: te ajudar a escutar o que você mesmo já vem dizendo e ainda não ouviu. A decisão continua sendo sua, e é isso que a torna sustentável.

Online e presencial

É a mesma sessão: mesma duração, mesmo sigilo, mesmo tipo de trabalho. Muda o lugar. Para muita gente, o online é o que torna a terapia possível — sem trânsito, sem deslocamento, sem sair mais cedo do trabalho.
Internet, um aparelho com câmera e, principalmente, um lugar onde você possa falar à vontade sem ser ouvido. Esse último item é o mais importante: sem privacidade, a fala fica censurada.
Pode. Muita gente faz presencial em algumas semanas e online em outras, conforme a rotina. É só combinar comigo.

Sigilo, ética e valores

Fica. O sigilo profissional é obrigação prevista no Código de Ética Profissional do Psicólogo. Não comento seu caso, não confirmo que você é meu paciente e não compartilho conteúdo de sessão. As únicas exceções são as previstas na legislação, e caso alguma se aplicasse, você seria informado.
O valor é informado no primeiro contato, antes de qualquer agendamento. Você saberá exatamente quanto custa antes de marcar. Não trabalho com surpresa nem com cobrança fora do combinado.
Me pergunte no WhatsApp e eu te respondo com o que está valendo hoje. Também posso emitir recibo para reembolso, quando for o caso do seu plano.
Prescrição é atribuição do médico psiquiatra, não do psicólogo. Se durante o processo esse encaminhamento fizer sentido, conversamos abertamente sobre isso. Terapia e acompanhamento psiquiátrico não competem entre si — quando indicados, caminham juntos.
Não espere resposta de mensagem. Ligue 188 (CVV, gratuito, 24 horas), ligue 192 (SAMU) ou procure o CAPS mais próximo. Este site e este WhatsApp não são canais de emergência.

Ainda com dúvida? Pergunte.

Responder pergunta antes do agendamento não é favor, é parte do trabalho. Me escreva.

Falar no WhatsApp