As perguntas que quase todo mundo faz antes de começar.
Se a sua não estiver aqui, me pergunte no WhatsApp. Respondo pessoalmente.
Antes de começar
Você não precisa estar em crise para procurar. Se algo vem incomodando a ponto de você pesquisar sobre isso, esse algo já está pedindo espaço. Não existe critério mínimo de sofrimento para ter direito a ser escutado.
Não existe fila de prioridade entre dores. Muita gente adia anos por achar que “tem gente pior” — e o adiamento acaba virando parte do problema. A sua dor não precisa ser grave para ser sua.
O psiquiatra é médico e pode prescrever medicação. O psicólogo é formado em Psicologia e registrado no Conselho Regional — é o meu caso, CRP SP 06/78645. O psicanalista trabalha com a escuta do inconsciente, dentro de uma formação específica. Eu sou psicóloga com formação psicanalítica: escuto e conduzo o processo, mas não prescrevo remédio. Quando o caso pede medicação, trabalho junto com o médico que acompanha você.
Não. Você não precisa chegar com nome para o que sente. Boa parte do trabalho é justamente construir alguma compreensão sobre isso — e ela costuma aparecer depois, não antes.
Como funciona
Cinquenta minutos em que você fala e eu escuto. Sem questionário, sem formulário, sem triagem. No fim, explico como o processo funciona e você decide se quer seguir. Não há compromisso de continuidade.
O mais comum é uma vez por semana, em horário fixo. A regularidade importa: é ela que sustenta o processo. A frequência exata a gente define juntos na primeira conversa, conforme o caso e a sua rotina.
Não tem prazo definido, e eu não vou inventar um para te deixar mais confortável. Depende do que aparecer e do que você quiser fazer com o que aparecer. O que existe é revisão contínua: a cada etapa a gente olha junto onde está e para onde vai.
Pode. O ideal é que a interrupção seja conversada em sessão, e não simplesmente um sumiço — o encerramento também faz parte do trabalho. Mas a decisão é inteiramente sua, sempre.
Sigilo e ética
Fica. O sigilo profissional é obrigação prevista no Código de Ética Profissional do Psicólogo, e não uma cortesia. As únicas exceções são as previstas em lei, como situações de risco de vida. Se isso ocorrer, você será informado antes de qualquer coisa.
Casos clínicos podem ser levados a supervisão — prática prevista e recomendada pela profissão — sempre de forma anônima, sem qualquer dado que permita identificar você. Fora disso, nada sai da sala.
É. O atendimento psicológico por meios digitais é regulamentado pelo Conselho Federal de Psicologia. O sigilo vale igual. O que peço é que você esteja em um lugar reservado, onde ninguém possa ouvir a sessão do outro lado.
Prático
Na Avenida Gilda, 106 — Sala 65, Edifício Trade Square, Vila Gilda, Santo André. Também atendo online, para pacientes de qualquer cidade.
Não. Meu trabalho é com adultos a partir de 18 anos e com casais. Se precisar de indicação para atendimento infantil, posso encaminhar a um colega.
Acontece, e não é falha sua. O vínculo é a ferramenta principal do trabalho — se ele não se forma, o processo não anda. Me diga com franqueza e eu te indico um colega. Isso não me ofende.
Mande uma mensagem no WhatsApp (11) 99356-8881 ou ligue. Eu respondo pessoalmente, a gente combina o horário e você já sai da conversa com data marcada.
Ainda com dúvida?
Se a sua pergunta não estiver aqui, me chame. Respondo pessoalmente.