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ASO não é papel. É responsabilidade legal com nome e data.

Medicina e segurança do trabalho para a empresa que precisa do exame feito, do documento correto e do evento aceito no eSocial. Admissional, periódico, demissional, retorno ao trabalho, PCMSO e PGR, com horário confirmado antes de o funcionário sair da fábrica.

Diamond · Segurança e medicina do trabalho · Jardim Haydée, Mauá, SP

Indústria, comércio, transporte e prestador de serviço em Mauá, Santo André, Ribeirão Pires e região do ABC.

As normas que organizam o nosso trabalho

NR 7

Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. É a norma que define quais exames a sua empresa deve fazer, em quem e com que frequência.

NR 1

Gerenciamento de riscos ocupacionais. O PGR substituiu o antigo PPRA e é o documento que sustenta o PCMSO: sem inventário de risco, o exame vira chute.

S-2220

Evento de monitoramento da saúde do trabalhador no eSocial. Prazo de envio: até o dia 15 do mês seguinte ao da realização do exame.

Agenda em lote

Você manda a relação de funcionários e a função de cada um. Recebe de volta horários confirmados, não uma promessa de retorno.

Clínica em Mauá

Jardim Haydée, a poucos minutos do centro. O funcionário não perde meio dia de trabalho atravessando o ABC para fazer um exame.

Como funciona

Quatro etapas, e em todas elas você sabe onde está cada funcionário.

O RH não precisa de mistério: precisa de data, horário e documento. É isso que o processo entrega.

Recepção de clínica de medicina do trabalho, com balcão de madeira em L, recepcionistas de uniforme azul claro e vasos de planta, em cena representativa
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A lista chega

Você envia a relação: nome, função, setor e o tipo de exame de cada um. Se a função não estiver clara, a gente pergunta antes de agendar, porque é a função que define quais exames complementares a NR 7 exige. Empresa sem PCMSO ainda em dia entra por aqui também: primeiro a gente entende o quadro, depois marca.

Aferição de pressão arterial durante exame admissional, em cena representativa de clínica ocupacional
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A avaliação clínica

O funcionário chega no horário marcado e é avaliado pelo médico do trabalho: anamnese ocupacional, exame físico, histórico de exposição e leitura dos complementares. É esse conjunto que sustenta a conclusão do ASO, e não um carimbo aplicado no balcão.

Sala de exames de clínica ocupacional, com balança antropométrica e negatoscópio, em cena representativa
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Os exames complementares

Audiometria, acuidade visual, espirometria, eletrocardiograma, eletroencefalograma e os exames laboratoriais que o risco da função pedir. Cada um deles existe porque está previsto no PCMSO para aquele cargo, e não porque engorda o pacote.

Médica do trabalho conferindo a ficha de exame ocupacional numa prancheta, em cena representativa
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O ASO sai assinado

O Atestado de Saúde Ocupacional sai com nome, função, riscos avaliados, exames realizados, data e a conclusão de aptidão, assinado pelo médico do trabalho responsável. A partir dele, os dados que precisam ir para o eSocial já estão organizados no formato que o evento espera.

Em nenhuma dessas etapas você fica sem resposta. Se algo atrasar, você fica sabendo enquanto ainda dá para remanejar a agenda, não no dia da admissão.

O que fica com você

Três entregas, e nenhuma delas é uma pasta esquecida.

Ilustração de um Atestado de Saúde Ocupacional com campos preenchidos e o selo hexagonal da clínica

ASO com nome e data

Documento completo, com os riscos da função descritos e a conclusão assinada por quem examinou. É ele que a fiscalização pede, e é ele que protege a empresa.

Ilustração de uma agenda com um bloco de horários confirmados e uma fila de exames marcados

Agenda confirmada

Horário fechado por funcionário, inclusive quando são quinze de uma vez. Você recebe a grade pronta para repassar aos gestores de cada setor.

Ilustração da tela de eventos do eSocial com registros aceitos e um envio em andamento

Dados prontos para o eSocial

As informações do S-2220 organizadas do jeito que o evento exige, para o seu departamento pessoal transmitir sem descobrir o erro só na rejeição.

Para quem é

Alguma dessas situações já aconteceu na sua empresa?

Nenhuma delas é rara. Todas custam dinheiro, tempo do RH ou uma multa.

A contratação está parada esperando o admissional, e o funcionário já tem data combinada para começar.

O PCMSO venceu e você descobriu isso no meio de uma auditoria, não antes dela.

O eSocial rejeitou o evento e ninguém consegue dizer qual campo veio errado.

Você liga para a clínica, deixa recado e ninguém confirma o horário do seu funcionário.

A empresa cresceu e o controle de periódicos virou uma planilha que ninguém atualiza há meses.

O funcionário voltou de afastamento, entrou direto na escala e ninguém fez o exame de retorno ao trabalho.

Se você leu essa lista pensando em um caso específico da semana passada, o problema não é falta de organização do seu RH. É falta de um fornecedor que devolva prazo em vez de devolver desculpa.

O que tiramos do caminho

Cinco coisas que fazem o RH perder o dia, e que aqui não acontecem.

Sem fila de senha

O atendimento é por hora marcada. O funcionário sai da empresa sabendo quanto tempo vai levar, e o gestor dele também.

Sem esperar retorno de central

Você fala no WhatsApp com quem agenda de verdade. Não existe protocolo, não existe fila de atendimento, não existe ligação que cai.

Sem ASO genérico

O exame segue o risco da função descrita no PGR. Um soldador e um auxiliar administrativo não fazem a mesma bateria, e o documento mostra isso.

Sem prazo indefinido

Você recebe a data de entrega junto com o agendamento. Se um complementar depender de laboratório externo, isso é dito na hora, não depois.

Sem PCMSO de gaveta

Programa escrito para ser usado: com o quadro de funções, os riscos, os exames de cada cargo e a data de cada revisão. Documento que ninguém abre não protege ninguém.

Soluções

Saúde e segurança ocupacional, do exame ao evento.

Cada frente abaixo tem norma, prazo e responsável definidos. Clique para ver o que muda na prática para a sua empresa.

Ver cada solução em detalhe

Se a sua empresa ainda não sabe de qual desses itens precisa, essa é justamente a primeira conversa: a gente olha o quadro de funcionários, as funções e o que já existe de documentação antes de propor qualquer coisa.

Médica do trabalho em consultório de clínica ocupacional, com a ficha de exame em mãos, em cena representativa

A empresa

Diamond · Segurança e medicina do trabalho

Clínica própria no Jardim Haydée · Mauá, SP · Atendimento a empresas

A Diamond nasceu para atender a empresa que não cabe na rede grande e não se resolve com clínica improvisada. A indústria de trinta funcionários em Mauá, o transportador com motoristas espalhados pela região, o comércio que contrata quatro pessoas por mês, o escritório de contabilidade que cuida do departamento pessoal de vinte clientes ao mesmo tempo.

Essas empresas têm todas o mesmo problema: elas não precisam de volume, precisam de previsibilidade. Precisam saber que o admissional de segunda-feira sai na segunda-feira, que o periódico do setor de produção foi programado antes de vencer, e que o dado do exame vai chegar ao eSocial no formato certo.

É por isso que o nosso trabalho começa antes do exame. Começa entendendo a função de cada trabalhador, o risco a que ele está exposto e o que a norma exige naquele caso específico. Um exame feito sem essa leitura é um documento bonito que não protege ninguém, nem o funcionário, nem a empresa.

Todo o atendimento clínico é conduzido pelo médico do trabalho responsável pela clínica, e a conclusão de aptidão é dele. Nós organizamos o processo em volta disso: agenda, exames complementares, documentação e prazo.

Conhecer o método de trabalho da Diamond

Perguntas frequentes

O que o RH pergunta antes de trocar de clínica.

Ver todas as perguntas

O admissional precisa ser feito antes de o trabalhador assumir as atividades, e é justamente por isso que ele não pode entrar numa fila indefinida. Ao receber o pedido, a gente confirma o horário disponível na mesma conversa, junto com a informação de quais complementares aquela função exige e se algum deles depende de agenda externa.
A obrigação depende do porte, do grau de risco e da existência de riscos ocupacionais na atividade. Existem dispensas previstas na própria NR 1 para microempresas e empresas de pequeno porte em determinadas condições, e existem casos em que a empresa acha que está dispensada e não está. Essa é uma das primeiras coisas que a gente confere no seu caso, antes de propor qualquer documento.
A transmissão é feita pela empresa ou pela contabilidade que responde pelo departamento pessoal, porque o envio sai do certificado digital do empregador. O que fazemos é entregar a informação do exame já organizada no formato que o S-2220 espera, e apoiar o seu time quando um evento é rejeitado, para identificar o que precisa ser corrigido.
Sim, e é o formato mais comum aqui. Você manda a relação com nome, função e tipo de exame, e a gente devolve a grade de horários. Assim o setor perde uma janela combinada de produção, e não um dia inteiro com gente indo e voltando.
Assumimos, e é uma transição comum. A gente pede o PCMSO e o PGR vigentes, o histórico de exames e a lista atual de funcionários por função, confere o que está em dia e o que está vencido, e monta o calendário a partir daí. Nada é refeito só para gerar serviço.

Antes de agendar

Duas situações em que o caminho não é marcar exame.

Se houve acidente de trabalho

Acidente é socorro primeiro. Ligue 192 (SAMU) ou leve o trabalhador ao pronto-socorro ou à UPA mais próxima. A clínica é ambulatorial e não faz atendimento de urgência. Depois do socorro vem a parte formal: a CAT deve ser comunicada, e o evento S-2210 tem prazo próprio no eSocial, até o primeiro dia útil seguinte ao acidente, e de imediato em caso de óbito.

Se o funcionário está passando mal agora

Exame ocupacional não é consulta de pronto atendimento e não substitui o SUS nem o plano de saúde. Se alguém está com sintoma agudo dentro da empresa, o caminho é a rede de urgência, não a nossa agenda. Depois de estabilizado, e havendo afastamento de 30 dias ou mais, aí sim entra o exame de retorno ao trabalho, que é obrigatório no primeiro dia da volta.

Fora dessas duas situações, é só mandar mensagem. Inclusive quando a dúvida ainda é "eu preciso disso?": responder isso também faz parte do serviço.

Manda a lista. A gente devolve a agenda.

Não precisa preparar planilha, nem organizar documento antes de falar com a gente. Uma mensagem com o nome da empresa, o número de funcionários e o que está pegando já é suficiente para começar.

Diamond · Segurança e medicina do trabalho · R. São João da Boa Vista, 135, sala 06, Jardim Haydée, Mauá, SP · Atendimento a empresas de Mauá, Santo André, Ribeirão Pires e região do ABC.

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