Diamond Segurança e medicina do trabalho
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A empresa

Uma clínica pensada para a empresa que não cabe na rede grande.

A Diamond é uma clínica de segurança e medicina do trabalho no Jardim Haydée, em Mauá. Atendemos empresas que precisam de exame ocupacional feito no prazo, documentação em ordem e alguém do outro lado que responde quando o RH chama.

Diamond · Segurança e medicina do trabalho · Mauá, SP

Médica do trabalho com a ficha de exame ocupacional em mãos, dentro de consultório, em cena representativa

Por que existimos

Medicina do trabalho virou volume. A gente foi para o outro lado.

A empresa de vinte, cinquenta ou cem funcionários vive um problema silencioso: ela é grande demais para improvisar e pequena demais para ter prioridade numa rede que atende milhares de contratos. O admissional entra numa fila. O periódico é agendado quando sobra vaga. O telefone toca e cai numa central que abre protocolo. E quando alguém finalmente responde, a semana já virou.

Do outro lado desse balcão está um RH que não pode errar. Um exame que não sai trava uma contratação já combinada. Um PCMSO vencido aparece na fiscalização. Um evento recusado no eSocial vira multa. O trabalho da medicina ocupacional não é burocracia, é responsabilidade: é o que garante que ninguém foi colocado numa função que a saúde dele não suporta, e é o que prova isso documentalmente.

A Diamond foi montada em cima dessa lacuna. Somos uma clínica de porte próprio, em Mauá, dedicada a empresa. Não disputamos volume com rede nacional e não queremos disputar. O que oferecemos é o contrário disso: um número de WhatsApp em que a pessoa que responde é a mesma que agenda, uma grade de horários que sai confirmada, e um médico do trabalho que examina de verdade antes de assinar.

Trabalhamos com indústria, comércio, transporte e prestador de serviço em Mauá, Santo André, Ribeirão Pires e no restante da região do ABC. Também atendemos escritórios de contabilidade que respondem pelo departamento pessoal de várias empresas ao mesmo tempo, e que precisam de um fornecedor previsível para não virar o gargalo dos próprios clientes.

Como trabalhamos

Quatro decisões que mudam o resultado do serviço.

Não é discurso de atendimento. São escolhas operacionais, e cada uma delas tem uma consequência prática para o seu departamento pessoal.

O exame começa na função, não no balcão

Antes de agendar, a gente confirma a função e o setor de cada trabalhador. É a função que determina o risco, e é o risco que determina quais exames complementares a NR 7 exige naquele caso. Um ajudante de produção exposto a ruído precisa de audiometria periódica; um auxiliar administrativo, não.

Quando esse passo é pulado, o resultado é o pior dos dois mundos: a empresa paga por exame que não precisava e continua descoberta naquilo que precisava. O documento fica bonito e não protege ninguém.

Agenda confirmada vale mais que agenda cheia

Aqui o atendimento é por hora marcada, inclusive quando são quinze pessoas do mesmo setor no mesmo dia. Você recebe a grade pronta, com nome e horário, para repassar aos gestores. O funcionário não fica sentado numa recepção por duas horas e o supervisor sabe quando ele volta para a linha.

Isso limita quantos exames cabem no dia, e é uma limitação assumida. Preferimos dizer "consigo na quinta" a dizer "pode mandar" e deixar todo mundo esperando.

O documento sai no formato que o eSocial espera

O ASO é o começo, não o fim. Depois dele vem o S-2220, que é o evento de monitoramento da saúde do trabalhador, e ele tem campos obrigatórios próprios: data do exame, tipo, resultado, procedimentos realizados e a identificação do médico responsável.

Entregamos essa informação organizada, para que quem transmite (a empresa ou a contabilidade) não descubra um dado faltando só quando o evento voltar rejeitado. E quando o retorno vem com erro, a gente ajuda a ler o que o sistema está reclamando.

Prazo dito antes, não depois

Todo agendamento sai com a data de entrega junto. Se algum exame complementar depender de laboratório externo ou de laudo de especialista, isso é informado na hora do agendamento, e não no dia em que você liga cobrando.

Também avisamos quando algo atrasa. Parece pouco, mas é a diferença entre remanejar a admissão com dois dias de antecedência e descobrir o problema com o funcionário já na portaria.

Uma observação que vale para tudo acima: nada aqui interfere na conclusão clínica. A avaliação de aptidão é ato médico, feita presencialmente pelo médico do trabalho responsável, e não se negocia com prazo, com pressa nem com cliente. O que a gente organiza é o processo em volta dela.

O percurso de um exame

Do pedido no WhatsApp até o ASO na mão do RH.

Você manda a relação com nome, função, setor e tipo de exame. A gente confere se falta alguma informação e devolve os horários disponíveis na mesma conversa.

O funcionário chega com documento com foto no horário marcado. Faz a avaliação clínica com o médico do trabalho e os complementares previstos para a função dele.

Os resultados são reunidos e lidos. Se algum achado exigir avaliação adicional antes da conclusão, você é avisado com a orientação do que fazer.

O ASO sai assinado, com as vias que a lei prevê, e os dados do exame ficam organizados para o envio do evento no eSocial.

Se em qualquer ponto desse percurso você ficar sem informação, é falha nossa. É por isso que o canal é o WhatsApp, e não um formulário que ninguém sabe onde cai.

Compromissos

Cinco coisas que não mudam, nem a pedido do cliente.

A conclusão é do médico

Aptidão, inaptidão ou aptidão com restrição são decisões clínicas do médico do trabalho responsável, tomadas em exame presencial. Nenhuma delas é ajustada por pedido de empresa, de gestor ou de trabalhador.

Sigilo do dado clínico

A empresa recebe a conclusão de aptidão, que é o que ela precisa e o que a lei prevê. Diagnóstico, histórico e resultado detalhado de exame são do trabalhador, guardados sob sigilo médico.

Sem exame de fachada

Não existe ASO assinado sem avaliação, nem bateria reduzida para caber num preço. Se a função exige um complementar, ele é feito. Se não exige, ele não é vendido.

A informação vai por escrito

Prazo, valor combinado, o que está incluído e o que não está: tudo fica registrado na conversa. Ninguém precisa se lembrar do que foi dito por telefone há três semanas.

O que não é nosso, a gente diz

Urgência, tratamento continuado e perícia previdenciária não são serviços de clínica ocupacional. Quando o caso é esse, o encaminhamento é para a rede certa, sem enrolar o cliente.

Quem atendemos

Empresas em que o RH tem nome e telefone.

Indústria

Metalurgia, plástico, química, alimentos. Onde há ruído, agente químico, calor ou trabalho em altura, o PCMSO precisa acompanhar o risco de perto e o periódico não pode escorregar.

Comércio e serviço

Rotatividade alta, admissional toda semana, quadro que muda de mês para mês. Aqui o que resolve é agilidade no agendamento e controle de quem já venceu.

Transporte e logística

Motorista, ajudante e operador de empilhadeira têm exigências específicas de avaliação. Escala e viagem complicam a agenda, então o horário marcado vale ainda mais.

Construção e manutenção

Obra e serviço em campo mudam de endereço, mas as exigências de saúde ocupacional continuam. Trabalho em altura e espaço confinado pedem avaliação compatível com a atividade.

Contabilidade e BPO

Escritórios que respondem pelo departamento pessoal de várias empresas. Um fornecedor previsível aqui evita que o atraso de um exame vire atraso na folha de um cliente.

Se a sua empresa tem um funcionário só, ainda assim há obrigação de exame admissional e demissional. Porte pequeno não significa dispensa de tudo, e é justamente aí que a confusão costuma nascer.

Conta o que está pegando. A gente responde hoje.

Contratação parada, PCMSO vencido, periódico atrasado ou evento rejeitado no eSocial: mande o caso pelo WhatsApp e a gente diz o que dá para fazer e em quanto tempo.

Diamond · Segurança e medicina do trabalho · R. São João da Boa Vista, 135, sala 06, Jardim Haydée, Mauá, SP

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