Psicóloga clínica
Registro ativo no Conselho Regional de Psicologia de São Paulo — CRP SP 06/63565. Você pode conferir o registro no site do Conselho, e é bom que confira: é o seu direito saber quem está te atendendo.
Patrícia Spessi — psicóloga clínica e psicanalista, CRP SP 06/63565. Santo André, ABC Paulista.
Comecei a atender em 2000. De lá para cá, mudou muita coisa no mundo e quase nada no essencial do meu trabalho: alguém senta na minha frente com algo difícil para dizer, e eu fico ali até que a palavra encontre um caminho.
Escolhi a psicanálise porque ela não tem pressa de calar o sintoma. Onde outras abordagens querem eliminar o incômodo depressa, a psicanálise pergunta o que aquele incômodo está tentando dizer — e por que insiste em voltar. É um trabalho mais lento. Também é, na minha experiência, um trabalho que dura.
Meu consultório fica no Centro de Santo André. É uma sala com poltronas, uma estante de livros e um quadro na parede. Nada de solene. É só um lugar onde você pode dizer em voz alta o que ainda não disse a ninguém.
Registro ativo no Conselho Regional de Psicologia de São Paulo — CRP SP 06/63565. Você pode conferir o registro no site do Conselho, e é bom que confira: é o seu direito saber quem está te atendendo.
Prática clínica orientada pela psicanálise, com a formação continuada que a profissão exige — estudo, supervisão e análise pessoal são parte permanente do ofício, não uma etapa que se conclui.
Formação específica nessa interseção. A literatura e a arte falam do sofrimento humano há séculos, muitas vezes com mais precisão do que o vocabulário técnico. Isso entra na minha escuta.
Adultos, adolescentes e crianças. Mais de duas décadas de consultório — que é onde a teoria, de verdade, se aprende.
Você não vai encontrar aqui número de pacientes atendidos, taxa de sucesso ou depoimento de quem passou pelo meu consultório. Não porque não existam pessoas — existem, e muitas — mas porque o Código de Ética da minha profissão proíbe transformar isso em vitrine. Sigilo não é detalhe do trabalho. É o trabalho.
A sessão é sua. Eu não chego com pauta, com técnica do dia nem com o resumo do que você deveria concluir.
O que eu faço é escutar de um jeito específico: prestando atenção não só no que você diz, mas no que se repete, no que trava, no que você começa a dizer e desvia. É aí, quase sempre, que está o que importa.
Não prometo alívio rápido, porque não tenho como prometer — e porque seria mentira. O que acontece com frequência é outra coisa: a pessoa começa a se entender. E entender por que faz o que faz muda, na prática, o que ela consegue escolher a partir dali.
As pessoas chegam quase sempre tarde, depois de anos segurando sozinhas. “Não é tão grave” é a frase que mais adia início de tratamento neste país.
A ansiedade, a insônia, a repetição, a raiva — nada disso é falha de caráter. É um recado. Meu trabalho é te ajudar a ler o recado.
Dizer em voz alta, para alguém que escuta de verdade, aquilo que você só pensou, não é desabafo. É outra coisa. É o começo de um deslocamento.
Não trabalho com prazo, com meta de sessões nem com promessa de alta. Trabalho com o seu ritmo, que é o único ritmo que produz mudança verdadeira.
Uma mensagem. Sem compromisso de continuar.