Registro no Conselho Regional de Medicina — habilitação legal para o exercício da medicina.
Não dá para tratar uma pessoa sem conhecer ela.
Dra. Gabriela Gaia, médica psiquiatra — CRM 152570 · RQE 62092. Psiquiatria geral e da infância, adolescência e fase adulta, em Santo André e on-line.
Por que a escuta vem primeiro.
Existe um jeito de fazer psiquiatria que cabe em quinze minutos: você lista sintomas, eu cruzo com um manual, sai uma receita. É rápido, é limpo e funciona mal.
O problema é que sintoma não é a pessoa. Insônia na adolescente de dezesseis anos que parou de ir à escola não é a mesma insônia do adulto de quarenta e cinco que acabou de perder o emprego. O nome no papel pode até ser o mesmo. O caso não é.
Por isso a primeira consulta aqui é, antes de tudo, uma conversa. Eu quero saber quando começou, o que já foi tentado, o que funcionou pela metade, o que ninguém nunca te perguntou. Sem isso, qualquer conduta é chute com nome técnico.
Acolhimento e escuta para cada etapa da sua jornada é a frase que resume o consultório — e “cada etapa” é literal. A criança, o adolescente e o adulto são fases distintas de um mesmo cuidado, e é para as três que eu sou habilitada.
Formação e registro.
O que dá respaldo ao que eu digo dentro da sala.
Registro de Qualificação de Especialista. É o dado que comprova, junto ao Conselho, a especialização em Psiquiatria. Ele existe justamente para que o paciente possa verificar — e você pode conferir o meu, e o de qualquer médico, no portal do Conselho Federal de Medicina.
Psiquiatria da infância, adolescência e fase adulta
Habilitação que cobre o ciclo completo — não apenas o adulto. Criança e adolescente exigem avaliação própria, e é isso que a especialização permite oferecer.
Assistente técnica em perícia
Atuação em perícia psiquiátrica na função de assistente técnica, em contextos que demandam análise técnica especializada.
Como eu trabalho.
A avaliação vem antes da conduta.
Nenhuma prescrição sai antes de eu entender o caso. Isso às vezes significa que você sai da primeira consulta com um plano de investigação em vez de uma receita — e isso é um bom sinal, não um atraso.
Você participa da decisão.
Eu explico o que estou pensando, por que, quais são as opções e o que esperar de cada uma. Tratamento que o paciente não entende é tratamento que o paciente abandona no segundo mês.
Medicação é ferramenta, não é o tratamento inteiro.
Ela entra quando é indicada, na dose e pelo tempo que fazem sentido — e sai quando não faz mais. Muitas vezes o melhor resultado vem da combinação entre acompanhamento psiquiátrico e psicoterapia, e eu digo isso abertamente quando é o seu caso.
O plano é revisto.
Psiquiatria é ajuste fino. O que funcionou no primeiro mês pode precisar mudar no terceiro. Acompanhar é parte do tratar — não um extra.
Uma coisa que eu não vou fazer.
Não vou te prometer prazo.
Não existe médico honesto que consiga olhar para uma pessoa que acabou de sentar na cadeira e dizer em quanto tempo ela vai estar bem. Quem faz isso está vendendo esperança, e esperança vendida cobra caro depois — porque quando o prazo passa e a pessoa não está curada, ela conclui que o problema é ela.
O que eu posso garantir é o processo: escuta sem pressa, avaliação criteriosa, conduta explicada e acompanhamento de verdade. O resto é caminho, e a gente faz junto.