Dr. Israel Cirlinas Médico Neurologista
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O que as pessoas perguntam antes de sentar aqui.

Da primeira mensagem até o retorno. Se a sua dúvida não estiver nesta página, pergunte no WhatsApp: a recepção responde, e o que for clínico eu respondo na consulta.

Israel Cirlinas · Médico Neurologista · CRM 20647/SP

Antes de marcar

Não precisa. Você pode marcar direto com a recepção. Se o seu clínico, o seu cardiologista ou o médico da UPA escreveu um relatório, traga junto, porque ele acrescenta. E se o seu caso for de outra especialidade, isso é dito na consulta e a indicação sai na hora.
Quando a dor de cabeça virou rotina ou mudou de padrão, quando a tontura se repete, quando aparece formigamento, fraqueza, tremor ou perda de equilíbrio, quando a memória atrapalha o dia a dia, quando houve crise convulsiva, quando o sono não descansa mais, ou quando você toma um remédio neurológico há anos sem que ninguém tenha revisto o diagnóstico. Não é preciso esperar piorar para investigar.
Pelo telefone ou pelo WhatsApp (11) 4541-4275. Quem atende é a Ana. Ela agenda, remarca, orienta sobre o que levar e ajuda quando o caso não pode esperar a próxima vaga livre. Mande o seu nome e a queixa em uma linha: com isso ela já consegue escolher o melhor horário para o seu caso.
Depende da agenda do dia, mas pergunte sempre. Encaixe já foi feito muitas vezes para quem chegou com um quadro que não podia esperar. Explique a situação para a recepção com o máximo de detalhe: é isso que permite avaliar a prioridade. Se o quadro for de emergência, o caminho não é o consultório, e sim o 192 ou o pronto-socorro.
Confirme com a recepção no momento do agendamento, porque as condições e os convênios atendidos podem mudar. O valor e as formas de pagamento são informados antes de marcar, sem surpresa no dia da consulta.

Na consulta

Documento com foto. A lista dos remédios que você toma hoje, com a dose e o horário, ou as próprias caixas. Todos os exames que já fez, mesmo os antigos e mesmo os que parecem não ter relação: ressonância, tomografia, eletroencefalograma, eletroneuromiografia, exame do sono e exames de sangue. Relatórios de outros médicos, se houver. E, se puder, uma anotação de quando o sintoma começou, com que frequência aparece e o que costuma disparar.
O tempo necessário para a história completa e para o exame neurológico feito com calma, que é o que sustenta o diagnóstico. A agenda é montada com hora marcada e com folga entre os horários justamente por isso. Como a duração varia com o caso, pode haver atraso quando a consulta anterior precisa de mais tempo. Se isso acontecer com você, o mesmo tempo extra será seu.
Não dói. É um exame feito com as mãos, com o martelo de reflexo e com uma lanterninha. Você vai fazer força contra a minha mão, seguir o dedo com os olhos, sentir toques leves na pele, tocar o próprio nariz de olhos fechados, andar alguns passos pela sala e ficar em pé por alguns segundos. Cada manobra tem uma finalidade, e ela é explicada enquanto acontece.
Peço quando o exame muda a conduta, e nesse caso o pedido sai na hora, com a explicação do que se está procurando nele. Quando a história e o exame neurológico já bastam para fechar o quadro, você sai sem pedido nenhum, e isso também é um resultado. Exame demais atrasa o tratamento, custa caro e assusta com achados que não têm relação com a sua queixa.
Pode, e em alguns casos é recomendado. Em queixa de memória, em tremor, depois de crise convulsiva e no acompanhamento pós AVC, quem convive vê coisas que a própria pessoa não percebe, e esse relato é dado clínico. Se você preferir falar sozinho em alguma parte da consulta, também dá: é só dizer.

Depois da consulta

A data do retorno é definida na própria consulta e depende do caso: uns dias depois de começar uma medicação nova, ou depois que os exames pedidos ficarem prontos, ou em alguns meses no acompanhamento de doença crônica. O retorno é onde se confere se funcionou, se ajusta a dose e se revê o diagnóstico. Tratamento neurológico sem retorno é tratamento pela metade.
Avise a recepção o quanto antes para orientação e para antecipar o retorno se for o caso. Efeito colateral é informação clínica, não é falha sua nem motivo para abandonar o tratamento em silêncio. Se a reação for grave, como falta de ar, inchaço no rosto, confusão importante ou desmaio, procure o pronto-socorro imediatamente.
Sim, e essa consulta é onde o exame vira conduta. Laudo lido sozinho costuma assustar sem motivo: muitos achados de ressonância são comuns e sem importância para a queixa. O que decide é a soma do exame com a sua história e com o exame neurológico.
Fale com a recepção antes de o remédio acabar, com alguns dias de folga. Medicação de uso contínuo em neurologia exige reavaliação periódica, porque dose que servia no ano passado nem sempre serve agora. Não interrompa por conta própria um anticonvulsivante nem um remédio de Parkinson: a retirada abrupta desses pode desencadear crise.

Diagnóstico e tratamento

Você vai ouvir isso com todas as letras, e vai ouvir junto o que ainda dá para fazer. Controle de sintoma é tratamento: menos dor, menos crise, menos queda, sono que volta, mais autonomia para as tarefas do dia. Some a isso o ajuste da medicação ao longo do tempo e a orientação para quem cuida de você. Existe uma seção inteira sobre isso na página o que trato, e ela foi escrita sem enfeite.
Vale, principalmente quando o diagnóstico é antigo, quando o tratamento não está funcionando como deveria ou quando ninguém reviu o caso desde o começo. Traga tudo o que tem. Rever um diagnóstico não é desautorizar o colega: é o que a medicina faz quando a resposta ao tratamento não bate com o que era esperado.
Depende do diagnóstico. Há quadros em que a medicação é temporária, há quadros em que ela é de longo prazo e há quadros que melhoram sem remédio nenhum, corrigindo a causa. Parte da consulta é justamente revisar o que você já toma e tirar o que não é mais necessário. Menos remédio, quando dá para ter menos, também é tratamento.
Não substitui. O vínculo com a Associação Médica Brasileira de Prática Ortomolecular entra como complemento da conduta clínica, quando faz sentido para o caso, e sempre depois do diagnóstico neurológico estar claro. Se você preferir seguir apenas pela neurologia convencional, o atendimento é exatamente o mesmo.

Urgência

O que denuncia é a instalação súbita. Boca torta ou um lado do rosto caído, fraqueza ou dormência em um braço ou uma perna de um lado só, fala embolada, dificuldade de entender o que dizem, perda súbita da visão, desequilíbrio repentino ou a pior dor de cabeça da vida. Diante de qualquer um desses sinais, ligue 192 imediatamente ou vá ao pronto-socorro. No AVC o tratamento que salva tem hora para começar, e cada minuto de atraso custa neurônio.
Não. O atendimento é ambulatorial, com hora marcada, e as mensagens são respondidas no horário de funcionamento. Convulsão que não para, primeira crise da vida, febre alta com rigidez de nuca e confusão mental, dor de cabeça depois de pancada na cabeça e perda de força que piora em horas são casos de UPA ou de pronto-socorro, agora.

Dúvida respondida é consulta marcada.

Traga os exames que já tem e a lista dos remédios em uso. O resto se descobre aqui.

Israel Cirlinas · Médico Neurologista · CRM 20647/SP · R. Princesa Isabel, 152, Vila Bocaina, Mauá, SP, CEP 09310-010.

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