Dr. Israel Cirlinas Médico Neurologista
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Antes de tratar o sintoma, é preciso achar a causa.

Neurologia clínica de adultos em Mauá. A consulta começa pela sua história contada inteira, passa pelo exame neurológico feito com calma e pela leitura dos exames que você já tem na mão. A conduta vem depois disso, explicada em palavras que você entende.

Israel Cirlinas · Médico Neurologista · CRM 20647/SP

Consultório na R. Princesa Isabel, 152, Vila Bocaina, Mauá, SP. Atendimento com hora marcada.

Quem vai te atender

CRM 20647/SP

Médico registrado no Conselho Regional de Medicina de São Paulo. O número é público e você pode conferir antes de marcar.

Neurologia de adultos

Dor de cabeça, tontura, epilepsia, formigamento, memória, tremor, sono e acompanhamento depois do AVC.

4,3 no Google

Em 25 avaliações públicas de quem já sentou nessa cadeira. As críticas ficam lá também, e elas são lidas.

Prática ortomolecular

Vínculo com a Associação Médica Brasileira de Prática Ortomolecular. Ela entra como complemento da conduta clínica, nunca no lugar dela.

Agendamento direto

Você fala com a Ana, na recepção, por telefone ou WhatsApp, e resolve a data na hora. Sem formulário e sem central.

Como funciona a consulta

Quatro etapas, e nenhuma delas tem pressa.

Um diagnóstico bem feito é o que separa anos de remédio errado de um tratamento que funciona. Por isso a consulta começa longe da receita.

Consultório de neurologia com maca preparada, mesa junto à janela e prateleira com modelos de cérebro e de coluna, e o Dr. Israel Cirlinas sentado ao computador ao fundo
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A história inteira

Quando começou, com que frequência acontece, o que melhora, o que piora, o que você já tomou e o que já foi dito a você. Sintoma neurológico raramente aparece sozinho, e a resposta costuma estar em um detalhe que ninguém perguntou antes.

Mãos do Dr. Israel Cirlinas com o martelo de reflexo sobre o caderno de anotações, ao lado de um modelo de cérebro e do estetoscópio na mesa
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O exame neurológico

Força, reflexos, sensibilidade, equilíbrio, marcha, coordenação, nervos da face e da visão. É um exame feito com as mãos, leva tempo e mostra coisas que nenhuma imagem mostra. Ele é o que orienta qual exame vale mesmo a pena pedir.

Dr. Israel Cirlinas apontando com a caneta para as imagens de ressonância do cérebro no negatoscópio, ao lado do traçado de eletroencefalograma
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A leitura dos exames

Traga tudo o que já tem: ressonância, tomografia, eletroencefalograma, eletroneuromiografia, exames de sangue e as caixas dos remédios em uso. Exame antigo não é exame perdido. Muita coisa se resolve relendo com calma o que já foi feito.

Dr. Israel Cirlinas de jaleco branco no consultório, estetoscópio no pescoço e as mãos entrelaçadas, com a estante de livros ao fundo
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A conduta e o retorno

Você sai sabendo o que tem, o que ainda precisa ser investigado e por que cada remédio foi indicado. No retorno a gente confere se funcionou, ajusta a dose e reavalia. Doença neurológica se acompanha ao longo do tempo, não se resolve numa tarde.

Se em algum momento você não entender uma palavra, pode interromper e perguntar. Explicar faz parte do atendimento, não é um favor que se faz quando sobra tempo.

O jeito de trabalhar

Três compromissos que obrigam a consulta a ser mais lenta.

Ilustração de duas mãos abertas segurando um geodo partido, com o interior cristalizado à mostra

Investigar

Dor de cabeça, tontura e formigamento são sinais, não são o diagnóstico. Enquanto a causa não estiver clara, o remédio só está calando o aviso.

Ilustração de um caderno aberto com anotações e um esquema de moléculas, com uma caneta-tinteiro e um geodo partido ao lado

Explicar

Você tem o direito de entender o que está acontecendo com o seu corpo. Nome da doença, motivo do exame, função de cada remédio, tudo em português.

Ilustração de um celular com um balão de mensagem na tela e um geodo partido apoiado na borda

Acompanhar

O tratamento neurológico se ajusta com o tempo. O retorno existe para conferir o que funcionou, corrigir o que não funcionou e revisar o diagnóstico.

Para quem é

Alguma dessas frases é a sua?

Nenhuma delas é dramática. É por isso mesmo que tanta gente convive com o sintoma por anos antes de investigar.

A dor de cabeça virou rotina e o analgésico já não resolve como resolvia.

O chão parece se mover quando você levanta da cama, e ninguém achou explicação para isso.

O formigamento na mão acorda você de madrugada e demora para passar.

Você repete a mesma pergunta e só percebe depois que já tinha perguntado.

A mão treme quando está parada, a letra diminuiu e o passo ficou mais curto.

Você toma o mesmo remédio há anos e ninguém reviu o diagnóstico desde o começo.

Uma consulta de neurologia é uma avaliação, não uma sentença. Sair daqui sabendo que o seu exame está normal também é um resultado, e vale o tempo que levou para chegar nele.

O que não acontece aqui

Cinco coisas que fazem alguém desistir de procurar um neurologista.

Consulta de dez minutos

A anamnese e o exame neurológico levam o tempo que precisam levar. A agenda é feita com hora marcada justamente para caber isso.

Receita antes do diagnóstico

Remédio para dor de cabeça sem descobrir a origem da dor mascara o problema e atrasa o tratamento certo. Primeiro o nome, depois a conduta.

Explicação em jargão

Se aparecer uma palavra técnica, ela vem traduzida em seguida. Você precisa entender o seu diagnóstico para conseguir tratá-lo direito.

Pilha de exames no automático

Exame se pede quando ele muda a conduta. Pedir tudo de uma vez custa caro, demora e ainda enche você de achados que não têm relação com a queixa.

Promessa de cura

Há doenças neurológicas que não têm cura, e dizer o contrário seria mentira. O que existe nesses casos está escrito logo abaixo, sem enfeite.

O que trato

Neurologia clínica de adultos.

Cada uma dessas condições tem investigação própria e caminho de tratamento. Nenhuma delas é frescura, e nenhuma delas é coisa da sua cabeça.

Ver cada condição em detalhe

Se você não sabe em qual dessas caixas o seu caso se encaixa, tudo bem. Descobrir isso é o meu trabalho, não o seu.

Sem enfeite

Quando não existe cura.

Parte da neurologia lida com doença crônica e com doença degenerativa. Nesses casos, prometer cura seria mentira, e ouvir que não há nada a fazer também.

O que a consulta ainda oferece

Controle de sintoma é tratamento. Dor que diminui, crise que espaça, sono que volta, tontura que deixa de derrubar. Nada disso cura a doença de base, e tudo isso muda o dia de quem convive com ela.

Também existe o ajuste fino da medicação ao longo do tempo, a retirada do que não está mais ajudando e a atenção ao efeito colateral que ninguém tinha ligado ao remédio.

Qualidade de vida tem nome técnico

Ela se traduz em coisas concretas: conseguir tomar banho sozinho, andar sem medo de cair, dormir a noite inteira, voltar a trabalhar, reconhecer as pessoas de casa por mais tempo.

Cada um desses itens é objetivo de tratamento e entra na conversa do retorno, com a mesma seriedade de um exame de imagem.

A família entra na consulta

Quem cuida precisa saber o que vem pela frente, o que é da doença e o que não é, quando ligar para o médico e quando procurar o pronto-socorro. Orientar a família é parte do tratamento, principalmente em demência e em parkinsonismo.

Se for útil, o acompanhante entra junto na consulta. Se você preferir conversar sozinho, também.

Tempo para ouvir a pergunta difícil

Muita gente sai do consultório sem fazer a pergunta que mais pesa, porque a consulta acabou antes. Aqui há espaço para perguntar quanto tempo, o que esperar, o que fazer se piorar.

A resposta pode ser que ainda não dá para saber. Mesmo assim, ela vem dita na sua frente, e não deixada no ar.

Nada aqui é promessa de resultado. Nenhum tratamento neurológico funciona igual em duas pessoas, e a evolução depende do diagnóstico, do tempo de doença e de como o seu corpo responde. O que se garante é a conduta clara e a informação honesta sobre o que se pode e o que não se pode esperar dela.

Retrato do Dr. Israel Cirlinas, médico neurologista, de jaleco branco no consultório

Sobre

Dr. Israel Cirlinas

Médico Neurologista · CRM 20647/SP

São décadas de consultório em neurologia clínica de adultos, em Mauá. Tempo suficiente para ver muita gente chegar com um diagnóstico antigo que ninguém tinha revisto e sair daqui com outro nome, outro remédio e outra vida.

O meu jeito de trabalhar é este: perguntar até entender a história, examinar com as mãos antes de pedir imagem e procurar a causa em vez de apagar o sintoma. Dor de cabeça, tontura e formigamento são avisos do sistema nervoso. Calar o aviso sem procurar de onde ele vem é o caminho mais curto para o tratamento errado.

Sou também ligado à Associação Médica Brasileira de Prática Ortomolecular. Isso entra na consulta como complemento, quando faz sentido para o caso, e nunca no lugar do que a neurologia já tem comprovado.

Quando o diagnóstico for de uma doença sem cura, você vai ouvir isso de mim com todas as letras, junto com o que ainda dá para fazer. Prefiro a conversa difícil hoje a uma expectativa falsa que se desmancha daqui a seis meses.

Conhecer a formação e a abordagem

Perguntas frequentes

O que as pessoas perguntam antes de marcar.

Ver todas as perguntas

Documento com foto, a lista dos remédios que você toma hoje, com a dose, e todos os exames que já fez, mesmo os antigos: ressonância, tomografia, eletroencefalograma, eletroneuromiografia e exames de sangue. Se puder, anote quando o sintoma começou, com que frequência ele aparece e o que costuma piorar. Essa anotação vale mais do que parece.
Não precisa. Você pode marcar direto. Se o seu clínico ou o seu cardiologista já escreveu um relatório, traga junto, porque ele ajuda. E se o caso for de outra especialidade, eu digo isso na consulta e indico o caminho.
O suficiente para a história completa e para o exame neurológico feito com calma. A agenda é montada com hora marcada e com folga entre os horários por causa disso. Como a duração varia com o caso, pode haver algum atraso quando a consulta anterior precisa de mais tempo. Se isso acontecer com você, o mesmo tempo extra será seu.
Peço quando o exame muda a conduta, e nesse caso o pedido sai na hora, com a explicação do que se está procurando. Quando a história e o exame neurológico já bastam, você sai sem pedido nenhum, e isso também é um resultado. Exame demais atrasa o tratamento e assusta com achados sem relação com a sua queixa.
Pelo telefone ou pelo WhatsApp (11) 4541-4275. Quem atende é a Ana. Ela agenda, remarca, orienta sobre o que levar e ajuda quando o caso não pode esperar a próxima vaga. Encaixe de urgência depende da agenda do dia, mas pergunte: quando dá, ele é feito.

Antes de agendar

Sinal de AVC não espera consulta. Ligue 192 agora.

Se apareceu de repente, é emergência

Boca torta, um lado do rosto caído, fraqueza ou dormência em um braço ou uma perna de um lado só, fala embolada, dificuldade de entender o que dizem, perda súbita da visão, desequilíbrio repentino ou a pior dor de cabeça da sua vida. Se qualquer um desses sinais aparecer de uma hora para outra, ligue 192 ou vá ao pronto-socorro imediatamente. No AVC, cada minuto de atraso custa neurônio, e o tratamento que salva tem hora para começar.

Também não espere pela consulta

Convulsão que não para ou que se repete, crise em quem nunca teve, febre alta com rigidez de nuca e confusão mental, dor de cabeça depois de uma pancada na cabeça, ou perda de força que vai piorando em horas. O consultório atende com hora marcada e não é pronto atendimento. Nesses casos, o caminho é a UPA ou o pronto-socorro, agora.

Fora dessas situações, a porta está aberta. Inclusive, e principalmente, se o sintoma já dura tanto tempo que você se acostumou com ele.

Investigar cedo é o que evita anos de remédio errado.

Você não precisa chegar com o diagnóstico pronto nem com a história organizada. Traga os exames que tiver e a queixa do jeito que ela é. O resto se descobre na consulta.

Israel Cirlinas · Médico Neurologista · CRM 20647/SP · R. Princesa Isabel, 152, Vila Bocaina, Mauá, SP, CEP 09310-010.

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